Ski ou Snowboard A escolha certa que pode mudar sua experiência na neve

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Prompt 1: Professional Skier in Control**

Sempre que penso em uma aventura na neve, a mesma pergunta ecoa: esquiar ou fazer snowboard? Lembro-me da primeira vez que pisei nas montanhas, a paisagem era deslumbrante, e a dúvida, genuína.

Naquele momento, parecia uma escolha simples, mas quem já experimentou ambos sabe que a sensação, a técnica e até mesmo a cultura ao redor de cada esporte são mundos à parte.

A gente vê a garotada mais jovem se jogando no snowboard com uma fluidez e manobras impressionantes, como se a prancha fosse uma extensão do corpo. Por outro lado, muitos preferem a elegância e a precisão do esqui, que evoluiu muito com equipamentos cada vez mais leves e responsivos.

Eu, que já me arrisquei nas duas modalidades, posso dizer que a liberdade de movimento no snowboard é quase viciante, enquanto no esqui, sinto uma conexão mais tradicional e controlada com a montanha.

Com a busca por novas experiências e a tecnologia impulsionando inovações em pranchas e esquis, o que realmente define a escolha ideal hoje? É a facilidade de aprendizado, a adrenalina, ou o estilo que mais te atrai?

Prepare-se para desmistificar de vez essa questão. Abaixo, vamos descobrir exatamente as principais diferenças e te ajudar a fazer a melhor escolha para sua próxima aventura na neve.

A Curva de Aprendizado Inicial e os Primeiros Tombos

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Eu me lembro perfeitamente da minha primeira vez tentando esquiar. A sensação de ter os pés presos e a dificuldade em coordenar os esquis foi um verdadeiro desafio.

Parece que o corpo precisa de um tempo para se acostumar com a ideia de ter algo tão longo e rígido anexado aos pés. No esqui, a posição inicial é mais natural para a maioria das pessoas, com os pés paralelos, e os primeiros passos envolvem deslizar suavemente e aprender a fazer o “arado” para frear.

A frustração, no entanto, pode surgir na hora de virar ou de controlar a velocidade em descidas mais íngremes. Me lembro de uma amiga que, mesmo depois de horas de aula, ainda se sentia uma estátua sobre a neve, com medo de qualquer movimento brusco.

Mas a verdade é que, uma vez que você pega o jeito do arado e começa a sentir a “mordida” das bordas dos esquis na neve, a progressão se torna mais visível e animadora.

É um misto de persistência e pequenos avanços que te impulsionam montanha abaixo, mesmo que no começo você passe mais tempo levantando do que deslizando.

1. Os Desafios Iniciais no Esqui

Para quem nunca pisou na neve, o esqui pode parecer mais intuitivo no começo devido à posição frontal, que nos dá uma sensação de equilíbrio mais familiar.

A coordenação dos bastões e dos esquis, no entanto, é a grande barreira. As primeiras aulas focam muito na postura e em como usar a gravidade a seu favor, além, é claro, de técnicas para parar e virar.

Eu vi muita gente desistindo nas primeiras horas por causa da dor nas canelas ou pela dificuldade em manobrar em espaços apertados. A persistência é chave aqui; aqueles que se mantêm firmes geralmente relatam que, após um dia inteiro de aulas, já conseguem descer algumas pistas verdes com mais confiança.

A sensação de finalmente conseguir fazer uma curva controlada é indescritível e compensa todo o esforço inicial. É como se um novo mundo de liberdade se abrisse nas montanhas, onde cada descida é uma pequena vitória pessoal.

2. A Curva de Aprendizado do Snowboard: Uma Perspectiva Diferente

Já o snowboard, ah, esse é um capítulo à parte! Quando eu decidi experimentar, a primeira coisa que me chamou a atenção foi a sensação de ter os dois pés presos na mesma prancha, de lado.

A dificuldade inicial de manter o equilíbrio e a quantidade de tombos que a gente leva nos primeiros momentos são lendárias. Literalmente, eu não conseguia ficar em pé por mais de 5 segundos.

Parece que o corpo inteiro precisa se recalibrar para uma nova forma de locomoção. A maioria das pessoas passa um bom tempo sentada na neve, levantando e caindo novamente, até pegar o jeito de deslizar nas bordas da prancha.

É um aprendizado mais abrupto no começo, com muitos “tombos de bunda” e “tombos de cara”, mas uma vez que você “destrava” o equilíbrio, a progressão pode ser surpreendentemente rápida.

Vi pessoas que, no mesmo dia, após uma manhã de quedas, já estavam descendo pistas azuis com certa desenvoltura à tarde, tamanha a fluidez que o esporte oferece para quem se adapta.

É uma montanha-russa de emoções, do desespero inicial à pura euforia quando você finalmente começa a pegar velocidade.

A Liberdade do Movimento Versus a Precisão Controlada

Essa é, na minha opinião, a essência da escolha entre esqui e snowboard. Quando estou de esqui, sinto uma precisão incrível. Cada movimento dos joelhos, cada ajuste no tronco, reflete diretamente na forma como o esqui corta a neve.

É quase uma dança calculada, onde a velocidade e o controle são os parceiros principais. Consigo fazer curvas mais fechadas, ajustar a linha em frações de segundo e sentir o terreno sob meus pés com uma sensibilidade que o snowboard, por sua natureza, não oferece da mesma forma.

Lembro-me de uma vez, numa pista mais inclinada, onde a capacidade de frear e mudar de direção rapidamente com os esquis me salvou de um susto. É uma sensação de maestria sobre o terreno, de poder esculpir a neve com cada virada.

É como se eu fosse um maestro regendo uma orquestra, onde cada nota é um movimento perfeitamente executado.

1. A Elegância e o Controle Dinâmico do Esqui

No esqui, a possibilidade de movimentar cada perna independentemente é uma vantagem enorme para o controle. Isso permite ajustes finos, maior agilidade em pistas lotadas e a capacidade de reagir rapidamente a imprevistos.

É uma forma de descer a montanha que exige muita técnica corporal e coordenação. Os esquiadores experientes conseguem descer montanhas íngremes com uma fluidez impressionante, quase voando sobre a neve enquanto mantêm um controle absoluto.

A sensação de velocidade é acentuada pela postura frontal, e o vento no rosto enquanto se inclina em uma curva bem executada é pura adrenalina. Há uma beleza na forma como um esquiador se move, com uma postura ereta e movimentos calculados que transmitem uma sensação de poder e equilíbrio.

É a escolha de muitos que buscam a performance e a superação de limites técnicos em cada descida, transformando a montanha em um verdadeiro playground de precisão e velocidade.

2. A Fluidez e a Expressão Artística do Snowboard

No snowboard, a coisa é diferente. A prancha única sob os pés dá uma sensação de liberdade e conexão com a neve que é quase indescritível. É como se a prancha fosse uma extensão do seu corpo, permitindo manobras e saltos que seriam impossíveis no esqui.

A capacidade de girar, de deslizar de lado, de explorar o terreno de maneiras mais lúdicas é o que atrai muitos. Eu me sentia como um surfista na neve, com a capacidade de “surfar” as ondulações e saltar sobre os relevos naturais da montanha.

É um esporte que convida à expressão pessoal e à criatividade. O corpo se inclina para a frente e para trás, os braços se abrem para o equilíbrio, e cada movimento se funde em uma dança orgânica com a montanha.

Enquanto no esqui busco a perfeição do controle, no snowboard eu busco a fluidez e a liberdade de me expressar. A sensação de estar em uma pista, fazendo curvas amplas, quase deitando na neve, é de pura alegria e uma conexão quase visceral com o ambiente.

O Equipamento: De Botas a Pranchas e Esquis

O equipamento é uma parte fundamental da experiência, e as diferenças entre esqui e snowboard são gritantes nesse aspecto. Para o esqui, as botas são rígidas e altas, prendendo firmemente o tornozelo e a panturrilha para dar controle sobre o esqui.

Lembro que, no começo, minhas canelas doíam horrores por causa da pressão, mas essa rigidez é essencial para a transmissão de força. Os esquis, por sua vez, vêm em diversos comprimentos e formatos, cada um para um tipo de terreno ou estilo.

Já o snowboard tem botas mais flexíveis, que se assemelham mais a botas de caminhada, e uma prancha única. A liberdade nos tornozelos é um alívio, mas a adaptação ao sistema de fixação, que geralmente envolve cintas, pode ser um pequeno desafio no início.

1. Botas, Esquis e Bastões: A Composição do Esquiador

As botas de esqui são verdadeiras fortalezas para os pés e tornozelos. Elas são projetadas para transferir cada mínimo movimento do corpo para o esqui, o que é crucial para o controle.

A escolha do tamanho certo e da flexibilidade da bota é vital para evitar dores e garantir a performance. Eu sempre recomendo alugar botas no início para testar diferentes modelos antes de investir.

Os esquis, que antes eram longos e retos, evoluíram para designs mais curtos e com laterais em formato de “ampulheta” (o que chamamos de “carving skis”), facilitando muito as curvas.

E os bastões? Essenciais para o equilíbrio, para se empurrar em partes planas e, claro, para dar aquele impulso inicial. A combinação desses três elementos cria uma sinergia que permite ao esquiador deslizar e manobrar com precisão.

2. A Prancha, Botas Flexíveis e Fixações: A Essência do Snowboard

No snowboard, a prancha é a estrela. Ela é mais larga e flexível do que os esquis, permitindo uma flutuação melhor na neve powder (fofa) e absorvendo impactos em saltos.

As botas são mais confortáveis e flexíveis, lembrando botas de trekking, o que proporciona uma sensação mais natural ao caminhar fora da prancha. A fixação, que prende as botas à prancha, é um dos pontos cruciais.

Existem diferentes tipos, como as strap-in (com tiras) e as step-on (de encaixe rápido), e a escolha afeta diretamente a agilidade de calçar e descalçar a prancha.

Lembro-me de quando as fixações eram mais rudimentares e dificultavam muito a vida de quem estava começando. Hoje em dia, a tecnologia facilitou muito a vida, tornando a experiência mais acessível e prazerosa para todos os níveis de snowboarders.

Característica Esqui Snowboard
Pés Independentes, um em cada esqui Ambos presos na mesma prancha
Orientação De frente para a descida De lado para a descida
Dificuldade Inicial Mais intuitivo para manter o equilíbrio inicial, mas a coordenação é o desafio. Mais difícil de pegar o equilíbrio inicial, muitos tombos, mas pode ter progressão rápida.
Controle Precisão elevada, fácil ajuste de linha e velocidade. Fluidez, liberdade de movimentos e manobras, mas um controle mais amplo.
Equipamento Botas rígidas, esquis, bastões. Botas flexíveis, prancha única, fixações.
Terreno Versátil em todas as condições, bom em pistas preparadas e bumps. Excelente em powder e parques, divertido em pistas largas.

A Cultura e o Estilo de Vida nas Montanhas

Quando a gente fala em esqui e snowboard, não estamos falando só dos esportes em si, mas de todo um universo cultural que os envolve. É algo que percebo claramente quando estou nas estações de esqui.

Há uma energia diferente no ar, uma mistura de tradição e inovação que se manifesta nas roupas, na música, e até na forma como as pessoas interagem. O esqui, por exemplo, tem uma aura mais clássica, de elegância e de uma tradição que remonta a séculos.

As pessoas que esquiam muitas vezes valorizam a performance, a precisão e um certo “código de vestimenta” – nem tão formal, mas com um toque de sofisticação alpina.

Já o snowboard, desde o seu surgimento, trouxe uma vibe mais urbana, rebelde e jovem para as montanhas. É um estilo que celebra a liberdade, a criatividade e uma atitude mais descontraída.

Eu, que transito entre os dois, sinto essa diferença claramente nas conversas no teleférico ou na música que toca no après-ski.

1. A Tradição Alpina do Esqui

O esqui tem uma história rica e profunda nas montanhas, e isso se reflete na sua cultura. É comum ver famílias inteiras esquiando juntas, passando a tradição de geração em geração.

As estações de esqui mais antigas e renomadas muitas vezes têm uma arquitetura charmosa, com chalés de madeira e restaurantes que servem pratos típicos da região.

A atmosfera é de camaradagem e de apreciação pela beleza natural e pelo desafio das montanhas. O après-ski (o momento depois de esquiar) geralmente envolve um bom vinho quente ou cerveja artesanal, com conversas animadas sobre as melhores descidas do dia.

É uma cultura de respeito pela montanha e pelos outros esquiadores, com um foco na técnica e na superação pessoal. É um ambiente onde o silêncio da natureza se mistura com a risada dos amigos, criando memórias que duram a vida toda.

2. A Vibe Jovem e Descontraída do Snowboard

O snowboard, por outro lado, irrompeu na cena como um sopro de ar fresco, trazendo consigo uma cultura mais livre e com influências do skate e do surf.

A música que embala os snowboarders é geralmente mais moderna, e o estilo das roupas é mais folgado e colorido. Os parques de neve (snowparks) são o playground dos snowboarders, onde eles se reúnem para praticar manobras, saltos e se desafiar mutuamente.

A camaradagem é forte, e há um senso de comunidade entre aqueles que compartilham a paixão pela prancha. A energia é contagiante, e a criatividade é incentivada.

Muitos snowboarders buscam a sensação de “flutuar” na neve powder, em áreas mais selvagens e intocadas da montanha. É um estilo de vida que valoriza a aventura, a expressão individual e a diversão sem limites, muitas vezes com aquele toque de “rebeldia” que desafia as convenções tradicionais do esqui.

A Adrenalina e os Desafios Técnicos

A adrenalina é um componente inegável de ambos os esportes, mas a forma como ela se manifesta é diferente. No esqui, a velocidade é algo que eu realmente consigo sentir, especialmente quando pego uma pista mais íngreme e sinto o vento no rosto.

A cada curva, a gravidade me puxa, e o desafio é controlar essa força, mantendo o equilíbrio e a linha perfeita. Já no snowboard, a adrenalina vem muito da sensação de flutuar, de fazer manobras no ar ou de deslizar de lado em alta velocidade, quase desafiando a física.

A gente sente o coração acelerar de um jeito diferente, mas igualmente viciante. Em cada modalidade, há um conjunto único de desafios que nos impulsiona a querer mais, a melhorar a cada descida.

1. Esqui: A Busca Pela Velocidade e a Perfeição da Curva

No esqui, os desafios técnicos estão muito ligados à precisão e ao controle em alta velocidade. Dominar as diferentes técnicas de curva, desde as mais abertas até as mais curtas e agressivas, exige anos de prática.

A capacidade de “carvar” (fazer curvas usando as bordas dos esquis) é um dos ápices da técnica, e a sensação de deslizar suavemente sobre a neve, deixando duas linhas limpas para trás, é incrivelmente gratificante.

A adrenalina muitas vezes vem da superação de descidas íngremes e irregulares, onde cada movimento é crucial para manter a segurança. Eu mesmo já senti o suor frio escorrendo pela espinha em algumas pistas mais avançadas, mas a satisfação de completá-las com sucesso é imensa.

É um esporte que te força a estar em constante aprimoramento, sempre buscando a descida perfeita, a linha ideal.

2. Snowboard: Manobras, Saltos e Ousadia no Terreno

Para o snowboarder, a montanha é um parque de diversões gigante. A adrenalina está em explorar cada relevo, cada rampa natural, transformando a descida em uma sequência de manobras e saltos.

O desafio técnico reside em dominar o equilíbrio lateral, aprender a “bordar” (usar as bordas da prancha) em diferentes inclinações e, para os mais avançados, em executar truques no ar e nos obstáculos do snowpark.

Lembro-me da minha primeira tentativa de saltar uma rampa: foi um desastre total, mas a cada tentativa, a adrenalina pulsava, e a vontade de acertar era enorme.

A liberdade de movimento permite uma abordagem mais criativa do terreno, e muitos snowboarders buscam pistas com neve fresca (powder) para sentir a prancha “flutuando”, uma sensação quase mágica.

É um esporte que te convida a ser audacioso e a experimentar a montanha de um jeito completamente diferente, mais ligado à arte do movimento.

Segurança e os Cuidados Essenciais na Neve

Independentemente da sua escolha entre esqui e snowboard, a segurança deve ser sempre a sua prioridade máxima. A montanha, apesar de linda, é um ambiente desafiador e imprevisível.

Eu já vi de perto acidentes que poderiam ter sido evitados com um pouco mais de cuidado ou preparação. Usar o equipamento de segurança adequado, como capacete e óculos, não é uma opção, é uma obrigação.

Além disso, conhecer as suas limitações e respeitar as sinalizações das pistas é fundamental. A regra número um na neve é: controle é tudo. Você precisa ser capaz de parar e desviar de obstáculos e de outras pessoas a qualquer momento.

1. Equipamentos de Proteção e Regras de Pista

O capacete é o seu melhor amigo na montanha. Não importa se você é iniciante ou expert, uma queda pode acontecer a qualquer momento, e a cabeça é uma das partes mais vulneráveis do corpo.

Óculos de sol ou de neve são igualmente importantes para proteger os olhos dos raios UV e do brilho da neve, que é intenso. Luvas quentes e impermeáveis são essenciais para evitar congelamento e manter as mãos secas.

Além dos equipamentos, as regras de pista são um guia para a convivência segura. Saber quem tem a preferência na descida, não parar em locais cegos e manter distância segura de outros praticantes são preceitos básicos que, se seguidos, evitam a maioria dos incidentes.

Eu, pessoalmente, sempre faço um check-up no meu equipamento antes de cada descida, apenas para garantir que está tudo no lugar.

2. Condições da Neve e Conscientização do Ambiente

A neve muda constantemente ao longo do dia e com as variações climáticas. Pistas que estavam perfeitas de manhã podem ficar com gelo à tarde ou cheias de neve batida.

É crucial estar atento às condições da neve e do tempo. Mapas das pistas e previsões do tempo devem ser consultados antes de sair para a montanha. Evitar sair das pistas marcadas, a menos que você seja um profissional com equipamento de segurança para avalanche, é uma questão de vida ou morte.

A montanha é linda, mas também pode ser implacável. Respeitar a natureza e estar ciente dos riscos é parte de ser um praticante responsável. Lembro-me de uma vez em que o tempo virou rapidamente, e a visibilidade caiu a zero.

Foi um lembrete forte de como a natureza pode ser poderosa e de como é importante estar preparado para qualquer eventualidade. A segurança não é apenas uma recomendação, é um estilo de vida nas montanhas.

Custos e Acessibilidade para Sua Primeira Vez

Muitas pessoas me perguntam sobre os custos envolvidos em começar a esquiar ou fazer snowboard. A verdade é que, inicialmente, pode parecer um investimento alto, mas com planejamento e pesquisa, é totalmente acessível.

A maior parte dos custos iniciais está no aluguel do equipamento e nas aulas. Eu sempre digo que investir em um bom instrutor no início é o melhor dinheiro gasto, pois ele vai te dar a base para evitar vícios e aprender de forma mais segura e eficiente.

Não precisa comprar tudo de uma vez. A maioria das estações de esqui no Brasil e no exterior oferece pacotes de aluguel e aulas que tornam a primeira experiência muito mais tranquila e controlada financeiramente.

1. Pacotes para Iniciantes e Aluguel de Equipamento

Para quem está começando, a melhor estratégia é sempre alugar o equipamento. As estações de esqui e as lojas especializadas oferecem kits completos que incluem esquis ou prancha, botas, bastões (se for esquiar) e capacete.

Isso evita um gasto significativo com a compra de equipamentos que você talvez nem tenha certeza se vai gostar. Muitos pacotes para iniciantes já vêm com aulas inclusas, o que é ideal.

Eu, por exemplo, comecei com um pacote de “primeira vez” que incluía o passe para os teleféricos, aluguel de equipamento e uma aula coletiva de meio período.

Foi o suficiente para me dar uma ideia se eu gostava do esporte antes de pensar em qualquer investimento maior. Pesquise as opções nas estações, pois os preços podem variar bastante, e alguns resorts oferecem promoções especiais para quem está começando.

2. Dicas para Economizar e Maximizar a Experiência

Depois das primeiras experiências, se você se apaixonar, comece a planejar os próximos passos. Uma boa dica é comprar as passagens aéreas e a hospedagem com antecedência, especialmente se for viajar para fora do país, já que os valores podem disparar na alta temporada.

Para economizar no dia a dia na montanha, leve lanches e água na mochila, pois os restaurantes nas pistas podem ser bem caros. E sobre as roupas? Você não precisa comprar tudo de uma vez.

Muitas lojas oferecem aluguel de jaquetas e calças de neve, ou você pode pedir emprestado de amigos que já praticam. O mais importante é focar na experiência e na diversão, e não se preocupar demais com a aparência ou com ter o equipamento mais caro.

A neve está lá para ser aproveitada por todos, e a alegria de deslizar montanha abaixo é impagável.

Concluindo

Ao longo desta jornada pelas montanhas, percebi que, seja no esqui ou no snowboard, o que realmente importa é a paixão que nos move. Ambos os esportes oferecem uma conexão única com a natureza e uma dose saudável de adrenalina, mas de formas distintas.

Minha experiência me mostra que a escolha ideal é aquela que ressoa com sua personalidade e com a forma como você gosta de interagir com o ambiente. Não há certo ou errado, apenas diferentes caminhos para a alegria na neve.

Informações Úteis para Saber

1. Aulas são fundamentais: Para iniciantes, investir em aulas com instrutores qualificados é o melhor atalho para aprender com segurança e evitar vícios, seja qual for a sua escolha. Isso acelera a progressão e torna a experiência muito mais prazerosa desde o início.

2. Alugue antes de comprar: Não se apresse em comprar todo o equipamento. A maioria das estações de esqui e lojas especializadas oferece pacotes de aluguel completos, permitindo que você experimente diferentes modelos e veja o que melhor se adapta a você antes de fazer um investimento maior.

3. Vista-se em camadas: O segredo para o conforto na neve é a vestimenta em camadas (base layer, mid layer e shell layer). Isso permite que você se adapte às variações de temperatura ao longo do dia, mantendo-se aquecido e seco sem superaquecer.

4. Hidrate-se e use protetor solar: A alta altitude e o reflexo do sol na neve podem levar à desidratação e queimaduras solares. Tenha sempre água e um bom protetor solar, inclusive para os lábios, para garantir seu bem-estar na montanha.

5. Condicionamento físico prévio: Um bom condicionamento físico, especialmente com foco em pernas e core, fará uma grande diferença na sua primeira experiência. Isso não só ajuda a evitar dores musculares no dia seguinte, mas também aumenta sua resistência e segurança nas pistas.

Resumo dos Pontos Chave

Esqui e snowboard são esportes fascinantes, cada um com sua singularidade. O esqui é, em geral, mais fácil para iniciar no equilíbrio e no controle direcional, oferecendo precisão e elegância.

Já o snowboard tem uma curva de aprendizado inicial mais íngreme, com mais tombos, mas recompensa com uma fluidez e liberdade de movimento incríveis, ideal para quem busca manobras e um estilo descontraído.

O equipamento é bem distinto, com botas rígidas para esqui e flexíveis para snowboard. Ambos exigem respeito às regras de segurança e consciência das condições da montanha.

O importante é escolher o que mais te cativa e se jogar na aventura da neve, sempre priorizando a segurança e a diversão.

Perguntas Frequentes (FAQ) 📖

P: Para quem está começando, qual é mais fácil de aprender, esqui ou snowboard, e por quê?

R: Ah, essa é a pergunta de ouro para todo iniciante! Na minha experiência, e vejo isso com muita gente que levo para a neve, o esqui tende a ser um pouco mais amigável nos primeiros dias.
Você consegue ter uma noção de equilíbrio mais rápido, já que os pés estão separados e você usa os bastões para apoio. Lembro-me da minha primeira aula de esqui: em poucas horas, já conseguia descer uma rampa mais suave, fazendo um “pizza” (ou “cunha”, como chamam por aí) para controlar a velocidade.
A sensação de progresso inicial é muito gratificante, e a ideia de se mover com mais estabilidade no início é bem convidativa. Já o snowboard… ah, o snowboard!
É um amor e ódio no começo. Você vai cair. Muito.
E pra trás! No início, é um desafio gigante aprender a virar de lado, a parar, a nem que seja só deslizar sem cair. É frustrante, confesso, e a curva de aprendizado inicial é bem íngreme.
Por outro lado, quem passa por essa fase de “sofrimento” no snowboard, geralmente evolui muito mais rápido depois, e a fluidez das manobras se torna algo mágico.
É uma questão de resiliência e paciência no início, mas a recompensa de deslizar com aquela prancha sob os pés é indescritível.

P: Quais são as maiores diferenças na sensação e no estilo de se mover pela montanha entre os dois esportes?

R: Olha, essa é a parte que eu mais gosto de descrever, porque é onde a magia de cada um se revela de verdade. No esqui, a sensação é de um controle mais direto, sabe?
É como se você estivesse “dançando” com a montanha, usando as duas pernas para guiar e sentir o terreno. A velocidade é uma constante amiga e, com as botas e esquis mais modernos, você sente cada nuance da neve, as curvas são precisas e o corpo fica sempre virado para a frente, o que dá uma sensação de domínio total da descida.
Eu, particularmente, adoro a sensação de cortar a neve com as bordas, quase como um balé de alta velocidade. É pura adrenalina controlada e uma conexão muito íntima com a superfície.
Já no snowboard, a coisa muda completamente de figura. É quase como surfar na neve ou andar de skate, mas numa escala gigantesca. A fluidez é a palavra-chave.
Você sente o corpo inteiro envolvido, as manobras são mais orgânicas, mais ligadas ao corpo. Aquele movimento de ombro, de quadril, a forma como a prancha desliza, é viciante!
A liberdade de poder girar, fazer saltos (mesmo que pequenos, no meu caso!) e deslizar de lado dá uma sensação de liberdade indescritível. É menos sobre velocidade em linha reta e mais sobre o fluxo, a criatividade e a conexão com o terreno de uma forma mais ‘solta’, se é que me entende.
Cada um te chama de um jeito diferente, e é por isso que muita gente, como eu, acaba se apaixonando pelos dois!

P: Pensando em segurança e tipo de lesão, há alguma diferença significativa entre esquiar e fazer snowboard?

R: Ah, a segurança é sempre um ponto crucial, né? Especialmente para quem, como eu, já passou dos 30 e não tem a mesma elasticidade de antes! Pelo que observei e por tudo que já conversei com instrutores e pessoal da patrulha da montanha, as lesões tendem a se concentrar em áreas diferentes para cada esporte.
No esqui, os joelhos são os que mais sofrem. Aquelas torções de ligamento, principalmente o cruzado anterior, são bem comuns, porque as botas prendem o pé no esqui, mas o joelho fica livre para torcer em quedas ou movimentos errados.
É por isso que uma boa técnica e equipamentos bem ajustados são fundamentais. Eu mesmo já tive uns sustos nos joelhos, mas nada grave, graças a Deus e a um bom instrutor que me ensinou a cair direitinho!
Já no snowboard, a galera tende a cair mais para trás ou para os lados, então as lesões mais comuns são nos pulsos, ombros (clavícula, principalmente) e, infelizmente, na cabeça.
Por isso, luvas com protetor de pulso e capacete não são opcionais, são obrigatórios! Lembro de uma vez que vi um amigo cair de costas no snowboard e ele, sem proteção, bateu o pulso…
foi feio. O capacete então, nem se fala, salva vidas e evita traumas que ninguém quer ter. No fim das contas, a montanha tem seus riscos em ambos, mas a prevenção é sempre o melhor remédio.
É crucial respeitar seus limites, usar o equipamento de segurança adequado e, se for iniciante, pegar umas aulas para aprender a cair direitinho e evitar maiores problemas.